Após a posse, os olhos agora se voltam para 2018

Depois de caminharem juntos em busca de um novo projeto, ou da continuidade no caso dos reeleitos, os prefeitos e vices, agora poderão estar em rota de coalisão, já temos casos em que a dupla eleita, já tem gente em voo solo.

Visando as eleições de deputado estadual e federal, neste caso são os vices e os vereadores, que almejam voos mais altos, porém em sua maioria os prefeitos tentam travá-los para evitar o ganho de capital político, ou tenham preferência por aliados mais próximos.

Outro ponto que temos que considerar são os deputados que estão no mandato, que estão longe de sua base eleitoral e vão tentar se aproximar dos eleitores, outros em virtude das disputas municipais perderam parte de seu capital político e terão dificuldades na reeleição.

Nesta movimentação política, teremos a troca de partido para facilitar a disputa pelas proporcionais, considerando a possibilidade de não haver as coligações, o que poderá deixar de fora das assembleias e da câmara federal velhos conhecidos da política.

Já vimos em várias ocasiões um candidato com muito voto não ser eleito, e outro com pouco voto ficar com a vaga, em virtude das coligações.

Foi amplamente divulgado que os gestores passaram a régua no fundo dos cofres, isso nem sempre é verdade, os prefeitos usam como táticas essas declarações para denegrir a imagem de que está saindo, divulgando o caos financeiros, é claro que ninguém é santo, mas usa-se esta artimanha para se enaltecer frente a população para depois se mostrar como sendo o salvador da pátria.

Os novos Gestores precisam apertar o cinto, e trabalhar, mesmo pensando no processo de eleitoral de 2018.

Na disputa de 2018 teremos alguns dos ex-prefeitos que terminaram seus mandatos em dezembro, outros simplesmente irão trabalhar nos bastidores e aguardar por 2020.

Adeilson Francisco. Analista Político e apresentador de TV

Comentários

Top