Mucuri: Servidor protesta contra política salarial da prefeitura


As vésperas do dia do trabalhador,quando deveríamos ter muito o que comemorar e quase nada pra cobrar, um servidor da Prefeitura Municipal de Mucuri usa o Facebook para fazer um desabafo o quanto o salário da classe está defasado. O servido reclama principalmente da falta de uma política de remuneração e cobra mais atenção por parte do executivo e do legislativo.

Vamos reproduzir abaixo na íntegra o protesto publica pelo servidor no Facebook:

VEM AI!
O DIA DO TRABALHADOR

O que os Servidores da Prefeitura de Mucuri, podem comemorar quanto aos seus salários?

Exemplo:

No ano de 2002, o salário mínimo era R$ 200,00 e o salário-base de um Fiscal do Município era R$ 380,00 – ou seja – o equivalente a 190% de um salário mínimo.

Hoje, há exatamente 12 anos depois, o salário mínimo teve seu péssimo reajuste para R$ 726,00 e o salário base de um Fiscal Municipal teve o desprazer de acompanhá-lo, só que em escala ainda mais degradante, ou seja, R$ 802,00.

Se fosse adotado, hoje, o mesmo critério para reajuste de todos os salários, um Fiscal estaria recebendo como base, seu salário de
R$ 1.379,40 e não o superdefasado de apenas R$ 802,00.

Pedimos uma atenção mais que especial, ao:

Prefeito Paulinho,

Aos Vereadores:

José Mendes Fontoura,
Carlos de Jeus Brito,
Antônio Henrique K. Ferreguetti,
Sargento Orlando Pereira Silva,
Hélio Alvarenga Penha,
Saullo Souza Santos
Vomberto Alves de Souza,
Jocélio Oliveira Brito,
Jair Gustavo Bittencourt Garcia,
Vilson Luis Martins Martins
Sergio Augusto Passos Costa
Roberto Barros Borges – Beto Borges
Edison Mattos.

Nada contra os Colegas com funções remuneradas com apenas 01 salário mínimo. Mas, inaceitável o descaso quanto ao não reajuste dos demais.

Portanto, mais que na hora de vocês, Autoridades competentes, reverem a situação do Salário do Funcionalismo Público Municipal. Pois, na situação em que nos encontramos, não há de onde tirarmos estímulos para exercer uma função para a qual prestamos Concurso Público, inclusive, pagando taxas de inscrições diferenciadas de acordo a função e o salário almejados.

Vivemos em um mundo capitalista, e, infelizmente, não se pode ter amor ao trabalho se, ao mesmo tempo, não houver a possibilidade de se ter amor ao salário.

Fonte: Facebook

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