Brincar também pode ser uma forma de preservar memória. Essa é a proposta do Ciranda Cultural, que realiza encontros nas comunidades quilombolas Agreste e Mocambo da Cachoeira, em Seabra, e Esconscio, em Iraquara.
A segunda edição reúne rodas de conversa, histórias, atividades artísticas e artesanato. Os relatos e registros irão compor uma cartilha ilustrada, com encerramento previsto para fevereiro de 2027.
A iniciativa é idealizada por Luanna Lima e Fábia Medeiros, com articulação local de Eliana Belo. A construção das atividades considera o diálogo com moradores e lideranças.
O projeto trata as brincadeiras como parte da história dos territórios, e não apenas como entretenimento passageiro. Ao registrar experiências de infância, aproxima gerações e valoriza os saberes de quem vive nas comunidades.
A distribuição da publicação está prevista para espaços comunitários e educacionais. O resultado permitirá acompanhar como as experiências reunidas serão devolvidas aos próprios participantes.
Com informações de A Tarde.







