A ausência de cadastro biométrico não impediria o voto nas eleições de 2026, desde que a situação do título estivesse regular. A orientação reproduzida pela Agência Brasil em julho informava que, nesses casos, o eleitor seria identificado por documento para ter acesso à urna.

O relato também previa conferência alternativa de identidade quando a urna não reconhecesse digitais já cadastradas. Após tentativas de leitura, a mesa receptora verificaria as informações do cadastro. O prazo para coletar biometria para aquele pleito havia terminado em maio, e o TSE orientava a realização do procedimento após as eleições.

Redação Notícia em Dia, com informações de Verdades Políticas. Publicação original: 28/07/2026 às 15:07 (horário de Brasília).

Fonte: reportagem original no Verdades Políticas