A ginecologista Isa Rocha, especialista em reprodução humana do IVI Salvador, explicou que os hormônios do ciclo menstrual participam de etapas como amadurecimento dos folículos, ovulação e preparação do útero. Alterações persistentes nessa dinâmica podem motivar uma investigação, segundo ela.
A médica ressaltou que ciclos irregulares não significam necessariamente infertilidade. O acompanhamento descrito depende da história clínica e dos objetivos reprodutivos de cada pessoa ou casal. A publicação citou estimativa da OMS de que uma em cada seis pessoas enfrenta infertilidade em algum momento da vida.
Redação Notícia em Dia, com informações de Verdades Políticas. Publicação original: 09/08/2026 às 06:57 (horário de Brasília).







