O Ministério da Saúde anunciou, em julho de 2026, que pretendia submeter à Conitec uma modalidade injetável de profilaxia pré-exposição ao HIV, com aplicações a cada dois meses. A possibilidade de oferta naquele ano ainda dependia da avaliação da comissão e da decisão final da pasta.

Segundo o ministro Alexandre Padilha, o governo negociava com a GSK preço e quantidade de doses. Ele afirmou que o custo pesou na escolha da tecnologia e que outra opção, o lenacapavir, de proteção mais prolongada, havia sido apresentada por um valor considerado inviável.

Redação Notícia em Dia, com informações de Verdades Políticas. Publicação original: 28/07/2026 às 15:05 (horário de Brasília).

Fonte: reportagem original no Verdades Políticas