A ameaça de uma paralisação nacional dos caminhoneiros foi afastada nesta terça-feira (25) após o governo federal editar a Medida Provisória 1.343/2026 e a ANTT publicar resoluções complementares que atendem a parte significativa das demandas da categoria.
As novas regras criam mecanismos para obrigar o pagamento do piso mínimo do frete — uma reivindicação dos caminhoneiros desde a grande greve de 2018 — e ampliam a fiscalização no transporte rodoviário de cargas. Entre as medidas está a previsão de penalidades para contratantes que descumprirem os valores mínimos estabelecidos.
Lideranças do setor avaliaram positivamente as medidas e descartaram qualquer mobilização para paralisação. No entanto, ressaltaram que continuarão acompanhando a implementação das regras para garantir que sejam efetivamente aplicadas nos contratos de frete em todo o país.
A solução negociada evitou potenciais prejuízos bilionários à economia brasileira. Paralisações anteriores da categoria já demonstraram o impacto devastador que a interrupção do transporte rodoviário pode causar no abastecimento de combustíveis, alimentos e insumos industriais em todo o território nacional.





